sexta-feira, 22 de outubro de 2010
A busca do novo
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Simulacro: signo em si mesmo
Os modelos de profissionais desencadeiam cópias, sejam elas grosseiras ou não, e podem dar origem a outras formas de se fazer um mesmo trabalho e até mesmo o modelo que foi espelhado pode sofrer certa melhora, alguma ramificação pode surgir, seja ela positiva ou não. A simulação de que se está desempenhado sua função de forma original, quando não a está, origina um grande problema, a noção do verdadeiro e do falso, ou seja, ter certeza da realidade ou veracidade da originalidade daquilo que estamos assistindo. Essa percepção que nós temos sempre está sujeita a ser enganosa, ainda que esse engano seja superficial ou de um detalhe apenas.
A representação de determinado papel estará sempre levando ao telespectador a dúvida de qual produto, profissional ou performance ele está assistindo, se a dá original ou a da cópia. A Teoria do Simulacro de Jean Baudrillard (SIQUEIRA, 2007) considerava que livre do real, você pode fazer algo mais real que o real: o hiper-real. O que na prática do telejornalismo e nas performances de seus profissionais seria utilizar da postura de um telejornalista de forma mais original possível. Mesmo que ela tenha sido embasada de algum modelo, se não foi copiada, ela possui suas características próprias, ela consegue desempenhas papel único de agente de informação, de componente que acrescenta a informação, ou seja, não busca se lançar para além das aparências a fim de atingir sua essência. A naturalidade do meio de comunicação, no caso a televisão, deve ser respeitada, utilizada a favor da compreensão do fato por parte dos telespectadores.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
O último confronto

terça-feira, 28 de setembro de 2010
Liberdade! Uma necessidade!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Novas mídias

Outro dia me deparei com uma jornalista dizendo: pra que devo "estudar" sobre novas mídias?
Dois pensamentos vieram imediatamente em minha cabeça:
1- Ela pode ter dito isto por não estar em sua linha de interesse/estudo.
2- Como alguem pode se excluir de adquirir este tipo de conhecimento?
Bem, sejamos claros, o ponto aqui não é discutir se ela está ou não certa, mas sim, qual a importância das novas mídias para o telejornalismo do século XXI.
A evolução do telejornalismo brasileiro coloca à prova a importância do acompanhamento das novas tecnologias.
As ilhas de edição se tornam cada vez mais modernas e informatizadas (ex.: não linear). As salas de controle ficam cada vez mais independentes, com apenas um clique, um programa pode ser colocado no ar. As fitas "betas" usadas nas filmadoras, foram substituídas junto com os equipamentos, por aparelhos menores e discos, com maior capacidade e fácil remanufaturamento.
Para conseguir acompanhar todo esse processo, é indispensável que o jornalista se atualize. Procure estudar, ler e se informar sobre a evolução tecnológica.
Os jornalistas e administradores Paulo Gandour e Ricardo Tonet, em uma palestra para estudantes, revelaram que o jornalismo do novo século, é o jornalismo prospectivo, que visa a interação entre produtor e receptor. Para tanto, as novas mídias tornam essa tarefa ainda mais fácil.
Telejornais diários buscam a interatividade com o telespectador. Dão endereços de sites para receber respostas, comentários e sugestões. Aí, mais uma vez, a internet é o meio usado.
Passar a interatividade para as novas mídias (Orkut, Facebook, Twitter...), faz com que o telespectador - que está em constante evolução tecnológica - sinta que a televisão, o telejornalismo, também está acompanhando este processo. O telespectador não pode se sentir isolado.
As novas mídias proporcionam um espaço de interatividade.
Precisam, porém, ser utilizadas de forma eficiente. O telejornalismo precisa ser adaptado a nova realidade.
O telejornalismo não perde sua natureza, muito menos sua função de informar se for adaptado e passar a "circular" também nas novas mídias. Ele irá agregar muito mais telespectadores/internautas, públicos e evoluir.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Queda da máxima

terça-feira, 31 de agosto de 2010
'A TV está muito repetitiva'
